terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Principais marcas presentes no Facebook 2007 a 2009

O conceito inicial do Facebook era conectar e interagir de forma mais prática com os amigos. 

No entanto, os usuários passaram rapidamente de alguns milhares para centenas de milhões em todo o mundo e se criou um espaço onde as empresas podem interagir diretamente com seus consumidores. 

Nesta rápida ascenção as grandes marcas começaram a perceber o pontecial e integrar a rede social ao plano de comunicação anual. No entanto, mesmo estas marcas demoraram para acumular uma quantidade significativa de usuários do Facebook. 

Neste panorama, apenas em 2009 uma marca conseguiu atingir 10 milhões de Likes. 

A Coca-Cola, por exemplo, tinha apenas 800 fãs em novembro de 2007. 

Confira a lista das principais marcas presentes no Facebook. 

16.8 milhões de Curtir - Starbucks Coffee 

16.5 milhões de Curtir - Coca Cola 

13.1 milhões de Curtir - Oreo 

12.3 milhões de Curtir - Skittles 

11 milhões de Curtir - Red Bull 

9 milhões de Curtir - Victoria´s Secret 


Outro dado interessante é que atualmente mais de 139 marcas possuem mais de 1 milhão de usuários e que 75% dos Curtir são conquistados através de campanhas no Facebook. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

NIZAN GUANAES - Não é o dinheiro, estúpido


Não paute sua vida pelo dinheiro: seja fascinado pelo realizar e o dinheiro virá como consequência 


SOU, COM FREQUÊNCIA, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.
Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.
Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.

Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência. 
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna. 
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. 
Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.
É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.
Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. 
Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso". 
Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.
Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo? 

NIZAN GUANAES - Não é o dinheiro, estúpido


Não paute sua vida pelo dinheiro: seja fascinado pelo realizar e o dinheiro virá como consequência.

Sou, com frequência, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.
Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.
Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.
Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.
Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.
É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.
Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso".
Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.
Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo? 

NIZAN GUANAES - Escreve para o jornal Folha de São Paulo e para a Folha On line

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

As redes sociais salvaram da falência uma empresa que fatura 9,5 bilhões por ano. E podem salvar a sua empresa também.


A empresa é a Starbucks. E quem disse que ela só não faliu graças à suaestratégia  em redes sociais foi ninguém menos que Howard Schultz, também conhecido como “O CEO da Starbucks”.
Qual foi essa estratégia?
Não usar as redes sociais para publicar descontos e ofertas, mas para construir relacionamentos.
Eu sei: você já ouviu isso em algum lugar.
Deixa eu te contar uma história, rapidinho.
Era uma vez uma empresa que nasceu no mesmo ano que o Jim Morrison morreu: 71.
Essa empresa dizia que vendia café, mas na verdade alugava um ambiente legal para as pessoas conversarem, trabalharem e, esporadicamente, tomarem café.
O dono dessa empresa ganhou tanto dinheiro e abriu tantas filiais que ela acabou perdendo um pouco daquele aconchego que a tornou famosa.
Aí ela quase fechou.
Um dia alguém teve a ideia de começar a trabalhar a marca da empresa em redes sociais. Tudo muito simples. Tanto que um ex-barista que gostava muito de computador criou uma conta da empresa num site chamado Twitter. Ele começou a mostrar que a empresa ainda era legal. E que ser legal não depende de um lugar físico, mas de um relacionamento próximo. E todo mundo voltou a gostar muito da empresa e a ir lá.
Os próximos capítulos dessa história ainda estão sendo escritos. Mas a moral você já entendeu.
A Starbucks cresceu tanto que a maioria dos números que a envolvem são impressionantes. E eu nem estou falando do seu faturamento de 9,5 bilhões de dólares por ano. Tampouco das suas 15 mil filiais ou de seus 150 mil funcionários. Estou falando dos seus números em redes sociais:
19 milhões de fãs no Facebook. 1,2 milhão de seguidores no Twitter. Quase 6 milhões de visualizações no YouTube.
Sabe aquela história em que a personagem precisou chegar no fundo do poço para acreditar numa coisa óbvia, que estava diante dela o tempo todo?
A Starbucks foi essa personagem. Mas mudou. E se reergueu.
A boa notícia é que isso também pode acontecer com sua empresa oucarreira. Basta acreditar na força da mídia social e ter disposição para trabalhar sua marca com paciência e humildade.
Parece fácil e simples. E é. Só é bom lembrar: pode até não custar um rio de dinheiro, mas vai custar outros dois recursos muito limitados e importantes: tempo e coragem.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Gestão de marca - Internet Branding

A necessidade de desenvolver produtos e serviçossuperiores é apenas um dos desafios que enfrentamos diariamente.

Acompanhar os avanços tecnológicos impõem às empresas desenvolver novos modelos de gestão de marca, uma delas é a gestão no universo on-line e por meio das redes sociais, cujo foco está cada vez mais dirigido aos ativos intangíveis: pessoas, ideias, agregação de informações estratégicas, patentes e marcas. 
Uma das soluções é o investimento crescente na marca, para criar e sustentar uma vantagem competitiva por meio de uma identidade de marca original e singular, capaz de construir uma imagem atraente para os consumidores potenciais posicionando-a como única em sua lembrança, além de se diferenciar dos concorrentes.

A imagem de qualidade superior e o valor agregado tornam sua marca mais forte e, se a marca é forte, ela vale mais, usufrui de uma maior taxa de fidelidade dos clientes, possui uma participação dominante de mercado e cria barreiras à entrada de concorrentes, constituindo-se numa vantagem competitiva para a empresa.