quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Mercado discute modelo dos Tablets Modelo gratuito do Brasil 247 é único no mercado, e sua expansão regional se dá via internet


Num dos painéis dessa segunda-feira, 12, o V Fórum da Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) abriu espaço para os tablets. No seminário “Tablets: Novo modelo de negócios”, o presidente da editora Europa, Aydano Roriz, expôs a trajetória da editora na oferta de elementos de inovação – a editora popularizou em seus exemplares de revistas devices como CD-ROM, divulgou o Linux, os videogames do Playstation e o passo a passo para fotografia digital. 

Atrás de aplicações para os tablets, ele rechaça uma das máximas do mercado, de que a Apple estaria cobrando caro. “Acho até barato os 30% da Apple. Porque pago até 50% do valor para colocar minhas revistas nos supermercados; já a Apple coloca meu produto no mundo inteiro”. 

Roberto Muylaert, presidente da Aner, falou sobre a publicidade nos tablets. Para ele, o desafio de monetização passa pela seguinte questão: a publicação é paga ou gratuita? “Sou mais partidário das publicações pagas. E o tablet é um ambiente digital mais fechado que permite isso”. Ele vê como diferenciais para os anúncios no dispositivo: é capaz de engajar mais, tem boa qualidade, tem possibilidade de agregar mais valor, e é possível ter atualização dos anúncios de acordo com as preferências que o leitor for indicando. Ainda segundo Muylaert, é possível perceber detalhadamente o que faz cada leitor. “Diferentemente da internet, no tablet se pode continuar a ver o anúncio no ambiente offline.”, afirma o presidente da Aner, para quem o anúncio é sem dúvida a fonte mais certa de monetização. Diante da facilidade de se avaliar os resultados, ele vê como desafio facilitar a produção dos anúncios. 

Ivan Zumalde, da Rickdan/My Mag, expôs como a revista vem trabalhando na costumização do conteúdo para o leitor individualmente com o uso da internet. Sobre o Brasil 247, primeira publicação exclusiva para os tablets no País, seu sócio e idealizador Leonardo Attuch, contou como coloca duas edições/dia nos tablets: às 6h e às 20h. Na web, o conteúdo que fora pensado para ser meramente institucional, passou a ser atualizado 24 horas, e o Brasil 247 tenta ser mesmo um jornal na plataforma internet. O diferencial do Brasil 247 é também, na opinião do sócio, seu maior ponto de vantagem: a gratuitade. O esforço de se cobrar só dos anunciantes gera um conforto à startup.

“Lançamos a publicação numa fase boa da economia brasileira”, diz Attuch, que prevê agora neste mês o break even do empreendimento. Na sua apresentação, minutos antes, Roberto Muylert tinha contado nove anúncios na edição do dia do Brasil 247 no tablet.
Mas é na internet que o título, com ênfase nas coberturas de política, vê sua possibilidade de expansão regional. O primeiro derivado foi lançado com a página local Bahia 247, a que se seguiu a página de Brasília; haverá a criação de Pernambuco e Rio de Janeiro até outubro. “A ideia é ter um jornal local em cada capital”, diz. A publicação fez uma ampla parceria com a Positivo Informática, o que viabilizou boa parte dos investimentos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Como Aumentar Suas Vendas No Varejo

Independente de uma situação de mercado, cidade, localização ou região, para que uma loja tenha maior sucesso em suas vendas, deve-se atentar a várias ações visuais que colaborarão para conquistar seus clientes e motiva-los a comprar:

Fachada: É importante que a fachada do estabelecimento tenha aderência com o segmento do mesmo. Atenção às cores, luminosos e estado de conservação pois a fachada será responsável por despertar o interesse inicial do cliente. Lembre-se do ditado: “temos apenas uma chance para causarmos uma boa primeira impressão”.

Vitrines: Devem estar constantemente atualizadas, sem excessos de produtos e artigos de decoração, os preços devem estar expostos. Trabalhe temas constantemente (dia dos pais, mães, natal, férias, praia, etc).

Lay out: É importante que os clientes consigam circular pela loja sem se esbarrarem com outros clientes e produtos. Procure disponibilizar uma boa área de circulação entre as araras ou gôndolas e mantendo uma linha óbvia de seqüência de produtos, agrupando produtos com maior aderência entre si. Não se esqueça que o interior da loja deve ser totalmente visível sem existirem móveis, equipamentos ou produtos que atrapalhem a visibilidade.

Produtos: Devem estar sempre bem conservados, sem sujeira, precificados e com suas embalagens em perfeito estado de conservação. É necessário estarem ao alcance dos clientes e com fácil visibilidade.

Comunicação/Promoção:Utilize uma boa comunicação para com seus clientes. Seja criativo e inove nos materiais de divulgação internos e externos. Desenvolva cartazes, banners e divulgações em mídia impressa para destacar seus produtos. Lembre-se de sempre adotar análise de cores, criar ambientes que identifiquem com seus clientes e trabalhar com fontes com aderência ao seu segmento e eventuais campanhas que sejam desenvolvidas. Seja criativo nas promoções, diferenciando-se dos concorrentes e do mercado. Uma promoção não tem por objetivo dar descontos e sim promover um produto ou marca além de colaborar para o aumento das vendas por um período determinado.

Atendimento: Treine e motive sua equipe constantemente. Crie campanhas de incentivos, defina metas, acompanhe os resultados. As ações de mercado, direcionada para os clientes, somente terão efeito se a equipe estiver preparada para agregar valor através de um excelente atendimento. Uma equipe despreparada, descomprometida e desmotivada dificilmente irá proporcionar o um resultado significativo e fidelizar seus clientes. Faça um banco de dados de seus clientes. Conheça seus hábitos, o ticket médio de cada um, a freqüência de compra e utilize tais informações para desenvolver ações para fidelizá-los.
Com certeza, utilizando ao menos as sugestões acima, seus resultados serão significativamente mais positivos. Então, mãos na massa e boas vendas!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Para consumidores, redes sociais não são canal de relacionamento com marcas

Os consumidores não enxergam as redes sociais como o principal canal de relacionamento com as marcas. É o que indica o estudo Liminal, realizado pela agência digital Razorfish. O grande erro das empresas seria acreditar que basta a participação nos meios digitais para assegurar um engajamento com os consumidores. O levantamento afirma o contrário. Meios como os sites institucionais e o boca a boca seriam os mais procurados quando os clientes pretendem se relacionar com as marcas.
A pesquisa tem como foco o comportamento dos internautas norte-americanos em relação às marcas no ambiente digital. Foram realizadas pesquisas quantitativas e qualitativas com seis mil consumidores da companhia aérea americana Virgin America e 100 mil usuários. Para entender esta relação, o estudo apresentou seis elementos que definem o que gera engajamento, ordenados segundo a importância que os clientes atribuíram a cada um deles: sentir-se valorizado, eficiência, confiança, coerência, relevância e controle.
“As redes sociais devem fazer parte de uma estratégia maior, na qual os consumidores são atendidos por todas as ferramentas digitais da empresa, sendo as mídias sociais apenas um apoio ao engajamento com os consumidores”, diz Fernando Tassinari, General Manager da Razorfish no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Elementos do Engajamento

Sentir-se valorizado é o principal elemento mencionado pelos entrevistados na pesquisa. Os consumidores precisam perceber que as marcas estão cuidando deles, que se importam com suas solicitações e que não são apenas mais um número para as empresas. A eficiência é o item seguinte, o que significa que as companhias devem estar prontas para atender às necessidades dos clientes, antes mesmo que eles possam pensar nelas.
O terceiro aspecto é a confiança. A relação com o cliente deve ser transparente e honesta. Já a coerência é definida nas palavras e ações das empresas, que devem evitar ser contrastantes. O quinto aspecto é a relevância, alcançada quando as mensagens enviadas pelas companhias são aplicáveis às necessidades de seus clientes. Esse é um dos pontos em que ocorrem os maiores erros quando as empresas operam nas redes sociais. Os consumidores precisam de uma razão para visitar as páginas das marcas, como anúncios de descontos, por exemplo. Fora isso, não há interesse maior.
O controle é o último elemento mencionado no estudo, o que desmistifica o conceito de “consumidor no poder”, que tem sido veiculado como um mantra nos últimos anos. “Os clientes não querem estar no controle, eles querem apenas ser bem atendidos pelas marcas”, afirma Tassinari.

Eficiência dos canais de comunicação

Em relação aos canais de comunicação há uma variação de acordo com a faixa etária do internauta. De forma geral, o e-mail pessoal se mostrou como o meio mais eficaz no engajamento com as marcas entre todos os consumidores. Os sites institucionais ficaram em segundo lugar, sendo mais procurados pelos usuários entre 35 e 44 anos. A comunicação boca a boca aparece em terceiro lugar, seguida pela interação cara a cara.
A mobilidade é menos popular nos consumidores acima de 45 anos. Os aplicativos para smartphones e outros dispositivos mobile são mais citados nos grupos entre 35 e 44 anos e 25 e 34. O Facebook é o destaque entre as redes sociais, sobretudo na faixa etária mais jovem. Já o Twitter aparece nas últimas colocações, após o Linkedin, e à frente apenas de redes socais locais.
Na maioria dos casos, as empresas investem em ações de Marketing, mas se esquecem de que o internauta, baseado em suas experiências, pode interferir na decisão de compra de outro. Por isso, a Razorfish criou o Ranking de Influência do Consumidor. A ferramenta foi baseada nos resultados do estudo e promete mensurar a influência dos consumidores nas mídias sociais.
Somando o número de seguidores do consumidor com o número de atualizações, a quantidade de redes sociais em que o internauta está presente e o total de conexões geradas em todos os canais é possível encontrar o nível de influência exercido. “As empresas precisam conhecer o que é relevante para o consumidor, antes de gastar tempo e dinheiro em ações nas redes sociais. É necessário escutá-lo para depois agir”, acredita Tassinari.

Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 02/03/2011
pauta@mundodomarketing.com.br

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Principais marcas presentes no Facebook 2007 a 2009

O conceito inicial do Facebook era conectar e interagir de forma mais prática com os amigos. 

No entanto, os usuários passaram rapidamente de alguns milhares para centenas de milhões em todo o mundo e se criou um espaço onde as empresas podem interagir diretamente com seus consumidores. 

Nesta rápida ascenção as grandes marcas começaram a perceber o pontecial e integrar a rede social ao plano de comunicação anual. No entanto, mesmo estas marcas demoraram para acumular uma quantidade significativa de usuários do Facebook. 

Neste panorama, apenas em 2009 uma marca conseguiu atingir 10 milhões de Likes. 

A Coca-Cola, por exemplo, tinha apenas 800 fãs em novembro de 2007. 

Confira a lista das principais marcas presentes no Facebook. 

16.8 milhões de Curtir - Starbucks Coffee 

16.5 milhões de Curtir - Coca Cola 

13.1 milhões de Curtir - Oreo 

12.3 milhões de Curtir - Skittles 

11 milhões de Curtir - Red Bull 

9 milhões de Curtir - Victoria´s Secret 


Outro dado interessante é que atualmente mais de 139 marcas possuem mais de 1 milhão de usuários e que 75% dos Curtir são conquistados através de campanhas no Facebook. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

NIZAN GUANAES - Não é o dinheiro, estúpido


Não paute sua vida pelo dinheiro: seja fascinado pelo realizar e o dinheiro virá como consequência 


SOU, COM FREQUÊNCIA, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.
Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.
Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.

Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência. 
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna. 
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. 
Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.
É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.
Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. 
Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso". 
Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.
Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo? 

NIZAN GUANAES - Não é o dinheiro, estúpido


Não paute sua vida pelo dinheiro: seja fascinado pelo realizar e o dinheiro virá como consequência.

Sou, com frequência, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.
Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.
Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.
Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.
Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.
É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.
Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso".
Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.
Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo? 

NIZAN GUANAES - Escreve para o jornal Folha de São Paulo e para a Folha On line

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

As redes sociais salvaram da falência uma empresa que fatura 9,5 bilhões por ano. E podem salvar a sua empresa também.


A empresa é a Starbucks. E quem disse que ela só não faliu graças à suaestratégia  em redes sociais foi ninguém menos que Howard Schultz, também conhecido como “O CEO da Starbucks”.
Qual foi essa estratégia?
Não usar as redes sociais para publicar descontos e ofertas, mas para construir relacionamentos.
Eu sei: você já ouviu isso em algum lugar.
Deixa eu te contar uma história, rapidinho.
Era uma vez uma empresa que nasceu no mesmo ano que o Jim Morrison morreu: 71.
Essa empresa dizia que vendia café, mas na verdade alugava um ambiente legal para as pessoas conversarem, trabalharem e, esporadicamente, tomarem café.
O dono dessa empresa ganhou tanto dinheiro e abriu tantas filiais que ela acabou perdendo um pouco daquele aconchego que a tornou famosa.
Aí ela quase fechou.
Um dia alguém teve a ideia de começar a trabalhar a marca da empresa em redes sociais. Tudo muito simples. Tanto que um ex-barista que gostava muito de computador criou uma conta da empresa num site chamado Twitter. Ele começou a mostrar que a empresa ainda era legal. E que ser legal não depende de um lugar físico, mas de um relacionamento próximo. E todo mundo voltou a gostar muito da empresa e a ir lá.
Os próximos capítulos dessa história ainda estão sendo escritos. Mas a moral você já entendeu.
A Starbucks cresceu tanto que a maioria dos números que a envolvem são impressionantes. E eu nem estou falando do seu faturamento de 9,5 bilhões de dólares por ano. Tampouco das suas 15 mil filiais ou de seus 150 mil funcionários. Estou falando dos seus números em redes sociais:
19 milhões de fãs no Facebook. 1,2 milhão de seguidores no Twitter. Quase 6 milhões de visualizações no YouTube.
Sabe aquela história em que a personagem precisou chegar no fundo do poço para acreditar numa coisa óbvia, que estava diante dela o tempo todo?
A Starbucks foi essa personagem. Mas mudou. E se reergueu.
A boa notícia é que isso também pode acontecer com sua empresa oucarreira. Basta acreditar na força da mídia social e ter disposição para trabalhar sua marca com paciência e humildade.
Parece fácil e simples. E é. Só é bom lembrar: pode até não custar um rio de dinheiro, mas vai custar outros dois recursos muito limitados e importantes: tempo e coragem.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Gestão de marca - Internet Branding

A necessidade de desenvolver produtos e serviçossuperiores é apenas um dos desafios que enfrentamos diariamente.

Acompanhar os avanços tecnológicos impõem às empresas desenvolver novos modelos de gestão de marca, uma delas é a gestão no universo on-line e por meio das redes sociais, cujo foco está cada vez mais dirigido aos ativos intangíveis: pessoas, ideias, agregação de informações estratégicas, patentes e marcas. 
Uma das soluções é o investimento crescente na marca, para criar e sustentar uma vantagem competitiva por meio de uma identidade de marca original e singular, capaz de construir uma imagem atraente para os consumidores potenciais posicionando-a como única em sua lembrança, além de se diferenciar dos concorrentes.

A imagem de qualidade superior e o valor agregado tornam sua marca mais forte e, se a marca é forte, ela vale mais, usufrui de uma maior taxa de fidelidade dos clientes, possui uma participação dominante de mercado e cria barreiras à entrada de concorrentes, constituindo-se numa vantagem competitiva para a empresa.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Marketing digital

O Marketing digital, as mídias sociais e redes sociais permitem interação direta com seus clientes. Divulgue produtos, liquidações e lançamentos em tempo real. Interatividade e propaganda objetiva por um baixo investimento.

Webep é uma agência de marketing digital (webmarketing) epropaganda que utiliza as mídias convencionais e de ferramentas dainternet para posicionar e gerar negócios para sua marca por meio de seu website e no ponto-de-venda.

Comunicação integrada
 (comunicação 360º) uma técnica que sugere a integração da comunicação de marketing, criando uma sinergia perfeita em torno da marca. Aplicamos essa técnica da concepção da marca à plataforma criativa, das ferramentas do marketing às diversas atividades da comunicação, dos canais à materialização de cada uma das mensagens publicitárias, sempre abrangendo o mesmo tema e cores para padronizar e criar um conceito mercadológico linear.


Utilizamos as redes sociais, canais e veículos de comunicação que fazem parte da vida do consumidor e estratégia de search marketing (SEO)
A idéia é inserir no convívio do internauta / consumidor as informações sobre a marca ou produto, independentemente do momento, de sua situação e de seu ambiente.

Se diante da marca ou produto, no momento da compra, o consumidor ainda tiver dúvidas, restará ainda as ações no ponto-de-venda que certamente endossarão toda a comunicação.



Acesse nosso site e saiba mais sobre Otimização, redes sociais e mídias sociais para gerar receita para sua marca.


www.webep.com.br